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Livros
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O
abandono do emprego público como farmacêutica,
a fim de dedicar-se à carreira de piloto, era para os parentes
e colegas de trabalho uma loucura. Foi no Aeroclube de Nova
Iguaçu, o único em atividade no Rio, naquela época, que Lucy
Lúpia adquiriu a experiência necessária para obter as licenças
de piloto privado, comercial e de instrutora de pilotagem elementar
(1967-1972).
Neste livro, é descrito o dia-a-dia de um piloto-mulher e os primeiros contatos com a realidade do preconceito por aspirar a tornar-se profissional; as histórias de colegas aviadores e também alegrias e tristezas por ela vividas naquela Escola de Pilotagem.
Lançado em 1977, teve as edições posteriores ampliadas e ilustradas com mais fotos, no total 210 páginas. |
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Discriminação,
machismo e perseguições pessoais foram rotina em sua trajetória.
Abriu caminho para as mulheres brasileiras no mercado de trabalho
competitivo da aviação que na época era dominado, exclusivamente,
pelos pilotos homens. Narra neste livro, sem retoques, o que
enfrentou em sua tentativa de sobreviver, num mundo no qual
a existência de um bom padrinho foi fundamental, e isso ela
não possuia.
Conta a história de outros pioneiros, como a da primeira mulher a voar no Brasil: Thereza de Marzo (1922).
Trabalhou em várias empresas como a Líder Táxi Aéreo, Top Táxi Aéreo/Rio Sul Transportes Aéreos Regionais, etc.
Editado em 1992, foi revisado e ampliado nas demais edições
com muitas ilustrações (240 páginas).
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Neste
livro, narra como conseguiu receber sua licença: de piloto
de linha aérea, após 24 anos de luta. Em 1976,
efetuara os cheques práticos, mas recebeu do órgão
(DAC) a licença; de comandante como piloto comercial
sênior, de categoria inferior a que teria direito. Inconformada
com a injustiça, passou a reivindicá-la e assim as
empresas, por uma questão política, fecharam-lhe
as portas. Ambas licenças foram as primeiras a serem
emitidas para uma aviadora brasileira.
Com a edição inicial em 2001, o livro narra,
também um pouco da vida de alguns colegas pilotos em
suas 156 páginas, além de ser ilustrado com
fotos.
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Narra
a vida do médico francês que revolucionou o tratamento dos
doentes mentais ao livrá-los das correntes, retirando-os das
masmorras e dando-lhes tratamento humano, fato ocorrido durante
a Revolução Francesa, no século XVIII. O livro ainda trata
de sua obra, assim como de seus descendentes brasileiros.
A autora é trineta do Dr. Philipe Pinel. Edição inicial em
1984, ampliada com mais textos e fotos nas demais edições.
208 págs.
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Apresentar uma bela proposta com um belo currículo não garante emprego para ninguém. Esta é a realidade de nosso país: dificuldades para quem não possui o "Q.I" ( quem indicou ), ou seja, para quem não tem pistolão. O livro aborda esse tema. É ilustrado com cerca de 105 fotografias de gente do mundo da aviação - 168 páginas, 1ª edição - 2007 2ª edição - 2010.
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